Por que apostar na Gestão por Competências?

Por que apostar na Gestão por Competências?

Por que apostar na Gestão por Competências?

É hora de conhecer as suas necessidades e os seus colaboradores!

Se fosse realizada uma pesquisa de rua em uma grande cidade brasileira, na qual se questionasse qual é o melhor profissional que uma empresa poderia ter, a população responderia quase em coro: “quem estudou na melhor universidade, fala inglês fluente e tem as experiências profissionais mais sólidas”. Talvez essa resposta tenha sido correta até alguns atrás, porém é certo dizer que hoje o mercado sofreu mudanças. Isso inclui o perfil dos talentos e colaboradores.

Entre as dicotomias do século XXI, o alto desemprego contrasta com um fortíssimo índice de turnover. Assim, em um momento com incontáveis candidatos disponíveis, prontos e qualificados, empresas têm registrado dificuldade em reter talentos, que costumam a abandonar seus postos de trabalho com menos de 18 meses. Esses indicadores levaram profissionais que estudam a gestão do comportamento humano no trabalho a pensar onde estaria o problema.

Reflitamos da seguinte maneira: por que alguém que vem da melhor universidade, com experiência internacional e competências linguísticas refinadas não se adéqua à empresa e não desempenha bem suas funções? Dessa maneira, constata-se que aquilo que lhe falta não são competências técnicas, mas sim habilidades comportamentais e motivacionais bem alinhadas aos propósitos e valores da empresa.

 

Nesse cenário, o que seriam Competências?

A combinação do perfil de um indivíduo realizando o match ideal com a cultura da empresa passa por algumas análises, incluindo as soft skills e as hard skills. Estas se referem a habilidades técnicas, isto é, tudo aquilo que aprendemos e carregamos em nossos currículos. Diplomas universitários, idiomas, gestão de projetos e operações de máquinas são exemplos perfeitos de hard skills. No entanto, foi visto que avaliá-las isoladamente não é suficiente.

Nesse cenário, as soft skills recebem uma nova importância. Agora, não basta avaliar o que se pode fazer, é imperativo mesurar as competências comportamentais dos colaboradores. Características como comunicação, paciência, persuasão, criatividade e empatia emergem e tornam-se critérios de análise importantíssimos. É conhecer o seu profissional além do que o currículo dele conta a fim de saber se ele se adequará ou não à realidade da sua organização.

 

Colocando em prática!

O início de uma boa Gestão por Competências

Toda Gestão por Competências começa pelo Desenho dos Modelos de Competências de acordo com os valores e objetivos estratégicos da instituição. É preciso que sejam detalhadas quais são as necessidades de cada posição para que seja possível contrastá-las com as que cada profissional da sua organização pode oferecer. Em outras palavras, o objetivo aqui é alinhar os perfis do seu capital humano aos que a sua organização precisa.

Em seguida, há uma questão fundamentalmente importante: como mapear e estudar as Competências de cada Talento? Uma das metodologias mais seguras e completas é o Assessment Executivo, uma ferramenta completa de Avaliação de Soft Skills e de Performance para planificar o perfil e potencial de entrega. De fato, esse é um dos melhores caminhos para poder conhecer quem colabora para o crescimento da sua organização.

Assim, uma vez que foram estabelecidos os objetivos e os potenciais, inicia-se a fase de planejamento estratégico. É hora de basear-se em todas as informações colhidas e tomar decisões em conformidade com a Gestão de Pessoas que potencializem a entrega de resultados e aumentem a produtividade a sua equipe!

Gestão por Competências no Processo de Desenvolvimento dos colaboradores

Esse é um assunto de extrema importância quando se discute a Gestão por Competências – o desenvolvimento. Sabendo quem são os colaboradores, é possível adotar uma série de medidas para ajudá-los a desenvolver suas competências, aproximando o perfil do avaliado daquele que a empresa precisa.

Uma das maneiras para obter sucesso nessa etapa é usar as informações obtidas nas etapas acima para estruturar um (PDI) Plano de Desenvolvimento Individual. O PDI é uma ferramenta cujo objetivo é traçar um planejamento de competências de um profissional que necessitam ser trabalhadas. É possível aqui aperfeiçoar tanto as Soft quanto as Hard Skills, aproximar líderes de seus liderados, permitindo que estes se desenvolvam e desempenhem suas funções com excelência.

 

Monitoramento dos Processos de Gestão por Competências

Não é suficiente apenas traçar planos, é imperativo monitorá-los e garantir que eles tenham o resultado esperado. Gestores têm a tarefa de acompanhar de perto a evolução do colaborador, registrando progressos e contratempos. Aliás, é comum que nesses momentos sejam identificados novos gaps no perfil do colaborador, então, deve-se prestar atenção e fazer os ajustes necessários.

Dessa forma, a empresa verifica a evolução do colaborador, que será preparado para novos desafios profissionais. Estes podem ser tanto na mesma função quanto em um possível crescimento, seja horizontal, seja vertical. O importante é potencializar a performance dos seus talentos!

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